Sunday, January 8, 2017

Liderando louvor na Vineyard






Por Eddie Espinosa
     
Liderar a adoração não é simplesmente liderar o cântico das músicas, os refrões, ou um culto musical. No entanto, seria mais propício definir alguém com esta capacidade como um líder ou “diretor musical”. Seguindo este modelo o diretor musical seria um intermediário entre os músicos e as outras pessoas.
   

Normalmente a função dele seria preencher os interlúdios entre os segmentos do culto com música, para entreter e preparar a congregação para o sermão. Aqueles músicos que viajam com evangelistas ou palestrantes de seminários, normalmente servem como a apresentação de abertura. Muitas vezes eles fazem recomendações ao seu público como: “Vamos nos levantar. Vamos erguer nossas mãos ao Senhor”. O seu trabalho é preparar o povo para ouvir o pregador.
    

A escolha das canções pode ser um pouco arbitrária. O seu propósito é cantar algumas canções cristãs, hinos ou corinhos. Eu não quero dizer que isto tudo é ruim. Há um lugar para isto, mas isto não é a mesma coisa que liderar a adoração. Liderar a adoração vai muito além de fazer o povo cantar.
   

Liderar a adoração não é ficar obrigando as pessoas a cantarem, mesmo que estas canções sejam cheias de conteúdo de adoração. Este modelo dá ao líder a função de ser responsável por dizer à congregação quando e como adorar e louvar durante a música. Freqüentemente isto é acompanhado de mini-sermões, testemunhos, ou o uso da música “certa”.
    

Informalmente, nós, na Vineyard, temos percebido que muitas vezes a exortação que o povo precisa é, simplesmente, testemunhar o ato de adoração oferecido por parte do líder de adoração. Basicamente, ele se torna alguém que exorta através de seu próprio exemplo –uma pregação antes do pregador. Liderar a adoração não é adorar a Deus para as pessoas assistirem. É como comer diante de uma pessoa faminta. Imagine esta cena comigo: Eu te convido para um banquete em minha casa. Eu digo, “vamos jantar por volta das 19h. Vamos nos divertir muito”. Quando você chega , você encontra todos sentados ao redor da mesa, mas o único prato com comida é o meu. Então eu começo a comer. E digo que está muito bom. Você pode observar pelas minhas expressões que estou saboreando cada garfada. “Puxa vida, estas batatas estão ótimas! E o peru então, está maravilhoso!” Só de olhar para mim você percebe que estou aproveitando cada minuto daquilo.
   

Às vezes, líderes de louvor agem desta forma. Normalmente isto é algo inconsciente porque eles não entendem seu propósito verdadeiro; pensam: “Eu vou adorar a Deus porque foi para isto que eu vim aqui”. Agindo assim, eles se esquecem de serem sensíveis ao que está acontecendo no corpo. Como líder de louvor, você também é um servo. Seu trabalho é levar pessoas à adoração. Liderar a adoração não é tocar enquanto outros adoram. Vamos voltar ao jantar em minha casa. Desta vez a mesa está servida com muita comida para todos, menos para mim. Alguém me pergunta, “Eddie, você não vai comer?” E eu respondo, “Não, pode deixar que eu como mais tarde”. Neste caso eu perdi a benção da alimentação por crer de forma errada, que é suficiente prover comida para os outros.
   

Eu quero enfatizar que, como líder de louvor, você deve ter seu próprio tempo com Deus, além dos momentos que você está liderando a adoração. Da mesma forma que pastores devem gastar tempo estudando a Palavra e orando quando não estão no púlpito. Os líderes de louvor também devem dedicar tempo para estarem exclusivamente com Deus. O que é liderar a adoração? Liderar a adoração é ao mesmo tempo ser capaz de adorar a deus e atrair outros para que eles também adorem. Liderar a adoração é nos sentarmos todos juntos naquela mesa de banquete e comermos ao mesmo tempo. Ninguém vai se sentir deixado de lado. Eu te encorajo a comer e você também faz o mesmo por mim. Existe uma sensação de comunhão.


   
É como servir como um diácono em um casamento. O diácono não se assenta no primeiro banco e fica gritando para as pessoas que estão no fundo para entrarem e tomarem seus lugares. Nem leva os convidados à força para os seus assentos. Somente alguém muito inconveniente agiria assim. O diácono vai até a pessoa e individualmente a acompanha até o seu lugar. Da mesma forma o trabalho do líder de louvor é entender onde o povo está, ir até ele, e acompanhá-lo até a presença de Deus. Nesta posição, o líder posiciona-se entre Deus e seu povo. A base de sua liderança é entender para que direção o Espírito Santo está levando as pessoas naquele momento específico.
   

O líder de adoração deve estar sensível à congregação, mas não deve exortá-los diretamente. Se ele tiver de parar a cada três ou quatro músicas para encorajar o povo, ele já deixou de ser aquele gentil diácono. Simplesmente lembre-os que eles estão ali para adorar, e então leve-os a esta experiência. Se as músicas foram bem escolhidas elas vão convidar o povo para a adoração. A expectativa do Líder deve ser de que a adoração não seja meramente ocupar o tempo, ou alegrar as pessoas, mas um encontro amoroso e responsivo com Deus sem interrupções. A posição de líder deve ser ocupada por alguém que adora. antes de liderar qualquer coisa a pessoa deve dominar a si própria. Para ser mais frutífero, os líderes devem primeiro tornar-se adoradores. O Salmista escreveu, “Engrandecei o SENHOR comigo, e todos, à uma, lhe exaltemos o nome” (Salmo 34:3). Esta passagem enfatiza o todo, a expressão conjunta de louvor, ação de graças e adoração a Deus.
    

Por isto é importante que o líder também saiba adorar enquanto lidera. O líder de louvor deve ser alguém que adora continuamente. Toda segunda-feira, eu liderava louvor em um grupo de estudo bíblico. Na terça, eu liderava o louvor em um grupo caseiro. Na quarta, para outro grupo de estudos. Na quinta, eu substituía outros líderes em grupos caseiros. Na sexta, eu me reunia com amigos que normalmente pediam para levar o violão e termos um tempo de louvor. Depois de manter este ritmo por um tempo, eu comecei a perguntar a Deus porque meu coração estava ferido; porque me sentia seco? Quando Ele me respondeu que eu não estava adorando eu não entendi. Eu estava liderando louvor de segunda a sexta. Ele me disse que o problema era que eu estava liderando, mas não estava gastando tempo íntimo com Ele. Ele estava feliz com o que eu estava fazendo, porém eu precisava voltar para a fonte para matar minha sede. Então comecei a vasculhar a Bíblia, e entendi que ela me encoraja a adorar a Deus continuamente. Hebreus 13:15 diz, “Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome”. Eu entendi que posso adorar enquanto estou no chuveiro, dirigindo meu carro, lavando louça, brincando com meus filhos, e aí por diante.
    

Todos nós podemos adorar a Deus enquanto fazemos outras coisas. Como o Salmista escreveu, “Bendirei o SENHOR em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios” (Salmos34:1). Um líder de adoração deve ser alguém que adora no decorrer do dia porque ele é um líder e também um adorador. Vivendo desta forma, eu tenho alimentado minha capacidade de responder a Deus. Então, quando estou liderando louvor em um grupo e o Senhor me diz para me ajoelhar, eu obedeço.
   

Antes de me juntar à Vineyard, eu freqüentava uma igreja onde a filosofia sobre o louvor era bem diferente. A idéia geral era que Deus habita no meio dos louvores do seu povo – o que é verdade – todos deveriam louvar e adorar porque a presença de Deus viria. Havia uma grande pressão para que todos “adorassem” a Deus. O pastor andava pelos corredores e ele mesmo levantava as mãos das pessoas. Era um esforço sincero. Práticas como esta são muito comuns em muitas igrejas. Coagir as pessoas desta forma raramente vai levá-las a oferecer reais “sacrifícios de louvor” que a Bíblia recomenda. O líder de adoração deve ser alguém que lidera. O Espírito Santo, é nosso conselheiro e guia, Ele dirige a adoração através do líder. Deus usa pessoas comuns como você e eu.
    

Ele dirige a adoração através do líder de adoração, que por sua vez lidera o povo até a presença de Deus. Quando Moisés guiou os filhos de Israel, para onde eles foram? Eles eram um povo andando sem rumo no deserto? Não, Deus estava dirigindo-os. Deus os guiava através da nuvem durante o dia, e através da coluna de fogo à noite, mesmo quando aparentemente eles estavam tomando um caminho inesperado.Da mesma forma, o líder de louvor é chamado para liderar o povo na direção que Deus deseja levá-los.
    

Tudo isto requer certo planejamento, mas o mesmo deve estar sob a direção do Espírito Santo. Planejar não significa decidir qual seria a melhor música para se começar, qual canção vai fazer as pessoas levantarem, qual vai fazê-los sentirem-se melhor, e assim por diante. Deve-se considerar estes aspectos físicos, mas esta não deve ser sua primeira preocupação. Planejar significa orar, e não somente cinco minutos antes de começar. Uma vez que você se comprometeu a liderar a adoração, você se consagrou a Deus. Isto pode significar que algumas coisas em sua vida talvez terão que mudar.
  
Pastor Lance Pittluck - Pastor da Igreja em Anaheim- California

Domingo passado, eu fiz meia-hora de louvor. Ele veio conversar comigo três vezes dizendo que não quer tanto tempo de louvor. Eu só estava fazendo o que pensei que Deus estava me mandando fazer.” Este tipo de situação não é correta. O líder de louvor deve seguir as orientações de seu pastor. Submeter-se a sua autoridade, e demonstrar respeito. Mesmo que você esteja cem por cento correto, sua atitude esta mostrando sementes de rebelião. Ore por ele, converse com ele, e seja seu amigo. Compartilhe com ele as coisas que você tem aprendido. Ele pode até sentir-se ameaçado, mas se você demonstrar respeito, ele pode começar a confiar em suas decisões.Na Bíblia, lemos sobre o chamado de um Levita. A tribo de Levi era a tribo separada para Deus. Sua herança era o Senhor, não a terra. Seu trabalho era servir a Deus no templo e servir ao seu povo. Isto é muito parecido com o chamado de um líder de louvor hoje em dia – um chamado para estar em comunhão com Deus e servir a seu povo. Todos nós precisamos estar mais atentos à nossa consagração. Você deve ser liderado pelo Espírito Santo. Liderança significa servir. Nós não somos os líderes espirituais da igreja ou mesmo de pequenos grupos; este é o trabalho do pastor. Através dos anos tenho conhecido vários líderes de louvor com as mesmas reclamações. “Sabe Eddie, o pastor da minha igreja não entende o que é adoração. Ele quer que eu toque só três músicas. Eu não sei o que fazer. Estou frustrado.


   

   
Você deve liderar tendo em mente as necessidades espirituais do povo. Às vezes ouço comentários dizendo que precisamos mais de um ou outro tipo de música, ou que não cantamos uma certa canção há muito tempo. Eu ouço a todos estes pedidos, mas eu faço minha decisão final baseado no princípio, se aquela é a necessidade geral do povo naquele momento e local. O líder de adoração deve conhecer a presente situação espiritual do seu público. Eu oro regularmente pelo louvor em minha igreja. É parte do que se espera do meu trabalho.
   

Em uma situação de um grupo pequeno, é também muito importante ouvir o que as pessoas estão compartilhando durante a reunião. Sobre o que eles estão falando? O que Deus está fazendo entre eles? Houve profecias no grupo? Qual foi o conteúdo dos ensinos recentes? Alguma destas preocupações tem alguma coisa a ver com adoração? O Senhor usa formas diferentes para nos mostrar onde as pessoas estão, e onde Ele deseja levá-las. Por isto, é vital que você converse com as pessoas, para se identificar com elas. Você não pode saber onde elas estão espiritualmente se ignorá-las. Se você chega cinco minutos antes da reunião do grupo caseiro começar, e for embora logo que ela termina, como você pode entender o estado espiritual destas pessoas? Como eles podem te conhecer e confiar em você como líder e amigo?
   

Líderes de adoração precisam saber quando Deus está presente. Alguma vez você chegou atrasado em um culto ou reunião, onde as pessoas já haviam começado a adoração? Como é? Há uma sensação da presença de Deus. Se Deus habita no meio dos louvores de seu povo, então quando você o adora, Ele está entronizado em nossos louvores. No antigo há várias figuras da maravilhosa presença de Deus. Em Isaías 6 vemos o profeta tremendo diante da Sua presença. A nuvem havia enchido o local de tal forma que ele sentiu-se dominado por sua falta de dignidade. Mas Deus o tocou. É assim muitas vezes durante a adoração. Isto não acontece somente em grandes reuniões, mas também em pequenos grupos de oito ou dez pessoas adorando. Não use o tempo de louvor congregacional para cuidar de suas próprias necessidades. Se você precisa de arrependimento, arrependa-se antes de começar. Se você precisa de encorajamento, busque isto antes de chegar.
    

Normalmente isto significar buscar estas coisas no próprio Deus. Cura, libertação e salvação são coisas que aconteciam quando Jesus entrava em uma cidade ou casa. Ele chegou e anunciou a chegada do Reino. Maria Madalena arrependeu-se aos seus pés. Quando ele chegava em uma cidade, os leprosos eram purificados, e os demônios fugiam. Por quê? Porque a presença física de Jesus naqueles dias, e sua presença espiritual em nossa adoração fazem estas coisas possíveis. Nós deveríamos ter a expectativa destes mesmos milagres acontecendo conosco.
    

Líderes de louvor são servos. Primeiro, sirva a Deus com todo o seu coração, alma e forças. Você precisa estar comprometido com o cumprimento da vontade de Deus, e obedecê-lo em todas as áreas de sua vida. Ser um servo no Reino de Deus não envolve só dificuldades, mas há sim um certo aspecto de humildade e até humilhação que deve ser visível em nós. A alegria verdadeira está no servir. O apóstolo Paulo nos exorta, “Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” (Filipenses 2:3-5). Egoísmo, ambição e preocupações fúteis são coisas que não podem fazer parte da vida de um líder. Uma coisa que acontece quando você se torna um líder de louvor é que isto começa a impactar todas as áreas de sua vida. Sermões e textos bíblicos que não eram aplicáveis, agora devem ser.
    

Um líder de louvor deve ser comprometido a atrair outros para a adoração, alguém que serve o povo sendo sensível às suas necessidades. Você serve a Deus e também serve a Seu povo quando coloca seus próprios gostos musicais de lado, para que o povo possa estar mais próximo do Senhor. Se alguma vez você já se pegou falando, “Eu estou fazendo aquilo que Deus me chamou para fazer; não interessa o que as pessoas querem”, sua visão está errada. Você é um servo de Deus, mas também é um servo do povo de Deus. Lembre-se, o povo pertence a Deus e você também pertence a Ele. O chamado do Levita era para o templo, para Deus, e para o povo de Deus. 
    


Preparação Espiritual Mantenha seu coração correto diante de Deus. Salmos 27:8 é um de meus versículos favoritos: “Ao meu coração me ocorre: Buscai a minha presença; buscarei, pois, SENHOR, a tua presença.” Eu creio que este verso sumariza tudo o que adoração é para mim. É o convite de Deus ao seu povo para “buscar minha presença”. O outro lado responde: “Sim Senhor, eu responderei teu convite para me tornar mais próximo e íntimo, para compartilhar contigo aquilo que sinto a teu respeito”. Salmos 51:10,17 diz, “cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável.....sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus”. Deus deseja um coração quebrantado e contrito. Isto é o que Ele nos pede. Isto significa que você vai sempre agir como se estivesse com o coração quebrado? Não, porque Deus restaura, renova e revigora. Não confunda o significado de coração quebrantado e contrito com a necessidade de estar sério o tempo todo.
     

Não há espaço para pecados ocultos na vida de um líder de louvor. Você deve confessar-se diante de Deus regularmente. Números 32:23 diz que mais cedo ou mais tarde seu pecado vai te encontrar. O pecado sempre vem à tona, e afeta seu ministério. Alguns sentem que se estão em pecado, Deus ainda assim vai usá-los. É verdade que Deus pode te usar por causa do povo. Se Ele usou uma mula (veja Números 22, a estória de Balaão), Ele vai usar qualquer um por causa do seu povo. Isto justifica estar em pecado? Não, Deus te usa por causa do povo, mas isto não significa que você está sem pecado diante dele. Seja sensível a liderança de Deus, e mais importante, obedeça. É fácil ouvir a voz de Deus, mas é difícil obedecer. Obedecer significa que você está disposto a assumir as responsabilidades por suas ações. “Para este o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora. Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz... as minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem” (João 10:3-4, 27). Esta última frase contém o que é importante para o líder de louvor. Quando ler este versículo, substitua “ovelha” por “líder de louvor”. “Meu líder de louvor ouve minha voz; eu o conheço, e ele me segue”. Como líder de louvor, você deve ouvir a voz de Deus, conhecê-lo, e permitir que ele o conheça. Gaste mais tempo com ele, e obedeça-o em todo tempo.
    

Deposite suas motivações e seu ego nas mãos de Deus. “Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado” (Mateus 23:12). Novamente “E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai... Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração” (Col 3:17, 23). Você pode se envolver em muitos problemas servindo a si mesmo, mas não tem jeito de errar servindo a Deus e seu povo. Jesus Cristo é o centro de nossa atenção. Fique atento ao que Deus está fazendo no grupo que você está liderando. Isto acontece através da oração, e então abrindo os olhos durante o louvor para ver o que esta acontecendo.
     

Na Vineyard somos ensinados a manter nossos olhos abertos quando oramos por alguém, para vermos o que está acontecendo, e procurarmos sinais de alguma atividade do Espírito. Prepare os corações do povo. Quando cheguei a Vineyard, eu só tocava músicas sobre intimidade. Eu havia saído de uma igreja que só enfatizava a alegria e celebração do louvor, e estava procurando por um estilo alternativo. O que faltava em minha vida de adoração era intimidade. Então, quando comecei a liderar o louvor, esta foi a direção que escolhi. Eu não gostava de saber que havia pessoas na congregação que estavam famintas por uma adoração com mais celebração, como um prelúdio para a intimidade. Minha própria necessidade prejudicou minha capacidade de ver as necessidades gerais. A celebração tem um propósito parecido com o aquecimento e alongamento, antes de uma corrida. Prepare os corações das pessoas que você está liderando até a presença de Deus. Nós já falamos sobre a necessidade de sua própria preparação para a adoração.
     

Também existe a necessidade de preparação para o povo que você está liderando. Prepare seus corações. Se o Senhor estiver mostrando a necessidade de arrependimento, use canções de arrependimento. Se o Senhor estiver mostrando que é necessário celebração, inicie com músicas de celebração. Aqui estão alguns temas que podem ser úteis: - A majestade de Deus - Intimidade com Deus - O nome de Deus - Perdão - Unidade e sentimento de família Uma coisa importante de se ter em mente quando estiver escolhendo as músicas, é que precisamos de equilíbrio na seleção.
    

Não decida de acordo com suas próprias experiências. Às vezes lideramos sem realmente nos 
preocuparmos com o resto do corpo. Devemos considerar o nível espiritual do povo, bem como as circunstâncias que eles estão vivendo. Então é possível alternar boa música com poderosa intercessão. Lidere através de seu próprio exemplo. Nós nunca devemos manipular o povo, para que eles façam algo que não querem. Por exemplo, quando eles levantam suas mãos somente porque alguém disse para fazerem isto, isto é somente uma expressão exterior, não do coração. 
  

O entendimento que temos é que a postura corporal, os movimentos, e expressões, são, de forma geral, sinais exteriores do que está acontecendo no interior. Quando você se prostra, você esta mostrando reverência a Deus. Quando você levanta suas mãos, você está se submetendo a Deus. Quando você se ajoelha, você esta dando respeito, reconhecimento, e honra a Deus. Quando você aplaude, expressa alegria. É assim que eu encorajo as expressões exteriores da adoração do coração. Eu começo a cantar músicas que falam sobre levantar as mãos. É difícil cantar algo assim sem levantar as mãos. Mas as pessoas ainda têm sua liberdade de escolha: Se eles quiserem levantar suas mãos, eles podem. Se não, tudo bem. O importante é sabermos que Deus não se imporá se alguém levanta ou não suas mãos. Deus vê o coração. A chave é a escolha.
   

Quando Deus pediu que Abraão sacrificasse Isaque, ele tinha o direito de escolher. E escolheu obedecer livremente. A adoração deve ser uma resposta voluntária. Deixe que a inspiração de Deus transforme-a em um sacrifício de louvor da pessoa que está oferecendo, e não seu. A questão não é você colocar um grande grupo, todos com suas faces no chão, para poder dizer, “Olha o que eu fiz”. Ao invés disso é a resposta pessoal de cada um mediante ao dom gratuito de Deus.
   

Modelos para liderar o louvor Abaixo estão três modelos e sugestões de períodos de louvor para serem desenvolvidos musicalmente: - O modelo do Salmo 95
 
1 Vinde, cantemos ao SENHOR, com júbilo, celebremos o Rochedo da nossa salvação.
  
2 Saiamos ao seu encontro, com ações de graças, vitoriemo-lo com salmos.
   
3 Porque o SENHOR é o Deus supremo e o grande Rei acima de todos os deuses.
   
4 Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes lhe pertencem.
   
5 Dele é o mar, pois ele o fez; obra de suas mãos, os continentes.
   
6 Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do SENHOR, que nos criou.
    
7 Ele é o nosso Deus, e nós, povo do seu pasto e ovelhas de sua mão.... Você pode perceber que esta passagem contém elementos de regozijo (v.1), ações de graça (v.2), louvor (vs.2-5), e reverência (vs. 6-7)
  
O modelo do Salmo 100 – o caminho até o Santo dos Santos.
  
1 Celebrai com júbilo ao SENHOR, todas as terras.
 
2 Servi ao SENHOR com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico.
 
3 Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio.
 
4 Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome.
  
5 Porque o SENHOR é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade. Este Salmo mostra o processo de adoração que os judeus tinham no Templo.
  
A seguir fiz um guia, para você escolher as músicas para este modelo de louvor. Progressão do Caminho / Tipo de Música -Acampado fora do Templo / -Músicas que geram alegria;
  
Entrando pelas portas com Gratidão / -Músicas de ações de graças;
  
Entrando em Seus átrios com louvor / -Músicas ainda alegres cheias de louvor ;
  
Entrando no Santo Lugar / -Músicas de adoração ;
  
Entrando no Santo dos Santos / -Músicas de intimidade ;
  
O modelo relacional para planejar o louvor Finalmente, aqui está uma sugestão diferente das anteriores para a progressão do louvor.
  
Estágio / Tipo de Música -Chamado para Adoração / -Músicas que nos lembram o porque de estarmos juntos ;
   
Envolvimento / -Músicas que aproximam a congregação de Deus ;
  
Expressão / -Músicas que glorificam a Deus, magnificando-o ;
  
Adoração / -Músicas de amor -Intimidade / -Músicas que falam de momentos a sós com Deus ;
  
  
Eddie Espinosa é compositor de algumas das canções mais populares da Vineyard como “Change My Heart Oh God”. Também participou da gravação de vários CDs da série “Father`s Heart”. Ele e sua esposa, Elsie, residem em Anaheim, Califórnia, com seus dois filhos Eden e Eduardo

Thursday, December 22, 2016

Como gerir as finanças no ministério em nossos dias






Como gerir as finanças no ministério em nossos dias – Asaph Borba

Recentemente foi postada uma lista em um blog na internet, que cita entre muitos nomes e valores, o meu nome, assim como o suposto valor do meu cachê. Após alguns tweeters de indignação, resolvi aproveitar a oportunidade para trazer alguma luz sobre o assunto, podendo então realçar a verdade.

Se eu, algum dia tivesse cobrado para ministrar em qualquer igreja, não teria nenhum problema com a divulgação nem do fato de ter cobrado quanto o valor, pois vivo a verdade, mas como os dados divulgados não são verdadeiros, tenho a liberdade de abordar o tema de acordo com os princípios e entendimento que norteiam meu ministério nesta área. Este artigo não é uma defesa, nem tampouco tem a finalidade de agredir qualquer irmão que age ou pensa diferente de mim. Nem mesmo os que divulgaram os dados equivocados e imprecisos.

1 – De graça recebei de graça dai

Aprendi com meus pais espirituais, que o ministério sempre deve partir de nosso coração como uma dádiva, pois é um dom que recebemos do Senhor. Seja, cantando, pregando ou ministrando aos irmãos de qualquer forma, com qualquer que seja a arte, nossa atitude deve ser de dar. Atos 20:35 diz: Coisa mais bem aventurada é dar do que receber. O Servo de Deus deve ser dadivoso com a sua vida, priorizando o gastar-se por amor a Deus. Isto faço nestes 37 anos de ministério, indo por este mundo afora, sem colocar preço no dom dado por Deus, realçando assim a verdade e realidade de ser semelhantes a Jesus que nos deixou esta diretriz: De graça recebei de graça dai (Mateus 10:8). Nosso Pai é abundante e quando o princípio de dar e ministrar sem nada em troca é aplicado, nosso Deus segundo sua riqueza e glória a de suprir todas as necessidades. Quando cremos assim aprendemos gradativamente a gerir nosso ministério pela fé e não por aquilo que podemos receber dele.

2 – Digno  é o trabalhador de seu salário

Em Lucas 10:7 Jesus coloca este princípio. Todo aquele que se entrega ao serviço do Senhor deve receber dignamente deste trabalho. O mundo paga bem seus artistas cantores e profissionais. Trabalhei no início do meu ministério em uma das retransmissoras da rede Globo e era bem pago como supervisor de áudio. Tinha todas as regalias de um bom profissional  e era honrado. Isto, no mundo, está dentro do princípio de JUSTIÇA, e para Deus também. O mesmo Deus, que ensina dar, ensina honrar com dignidade, pois sua justiça é um princípio imutável da Palavra. E este é hoje, um dos grandes problemas na Igreja. A ausência da visão de abençoar com generosidade os ministérios, que muitas vezes nem são reconhecidos e em muitos casos os ministros são até mesmo explorados Na minha própria história tenho inúmeros casos de ter ido a lugares que nem  a passagem foi paga, oferta muito menos. Creio que isto já aconteceu com a maioria dos irmãos e irmãs, que encontraram no cachê uma maneira mais prática e segura de administrar o assunto. Não uso esta forma, mas não julgo nem condeno quem o faz.





3 – Oferta  ou cachê – quando um quando outro

Creio que o modelo bíblico tem mais a ver com o receber pela fé aquilo que Deus manda através do amor e generosidade dos irmãos, igrejas e eventos. O tamanho, a quantia tenho deixado que Deus defina, em uma atitude de fé e entrega total a ele. Por isso, mantive minha estrutura ministerial e doméstica, sempre como uma firme, porém pequena tenda que pode sempre ser expandida ou diminuída de acordo com os recursos disponíveis. Devo entretanto dizer que Deus foi, através desse passo de fé, abundante. Minha porção foi recalcada, sacudida e transbordante. Pude construir e fazer tudo que o Pai me mandou fazer, sem nunca faltar nada. Não posso contudo, exigir este padrão e critério, de todos os irmãos que se levantam para ministrar ao Senhor. Primeiro, que cada um tem um diferente contexto de vida, fé e compromissos. Alguns contratam seus músicos para apresentarem um trabalho mais elaborado, enquanto eu ministro com os músicos das igrejas e quando muito, viajo com poucas pessoas. Em segundo lugar, tenho já uma estrutura apta a bancar inúmeros aspectos do ministério sem precisar jogar sobre a agenda a carga maior de sustento do mesmo.

Alguns irmãos são agenciados por escritórios que administram suas agendas, com os quais, têm compromissos que lhes tiram a independência de critérios. Além de tudo, existe ainda o fato de muitos ministros estarem exercendo seus ministérios em eventos públicos financiados por prefeituras que têm verbas gordas para cachês. Não há nada de errado em estes recursos estarem vindo para a mão de cantores e músicos cristãos, que sabidamente, estão proclamando o nome do Senhor. Até mesmo alguns pastores de Igrejas preferem trabalhar com valores pré definidos. Se estão fazendo dessa forma de sã consciência sem ganância, não há dolo. O problema que vejo em definir um valor é que sempre haverá alguém que não poderá paga-lo e isto, sem dúvida acaba por  limitar e em muitos casos, abrevia o ministério.

4 – A sociedade do espetáculo

Hoje vivemos em uma sociedade diferente. A sociedade do espetáculo, onde as pessoas acostumaram-se com o show. A facilidade de iconização de músicos, cantores e pregadores é o comum. Estes não podem porém cair na cilada de se tornarem artistas. Devemos lembrar sempre que somos ministros chamados por Deus para proclamar sua palavra. A simplicidade é a chave para que o fluir de graça e amor de Deus continue jorrando através de cada um de nós, para que possamos marcar nossa geração. Deve ser lembrado sempre que a estação de brilho e sucesso é passageira. Um dia podemos estar em evidência e algum tempo depois não. Assim os critérios utilizados hoje podem não servir para amanhã. Por isso que enfatizo que os princípios de fé e entrega total a Deus, deve ser nosso padrão.

5 – A  generosidade  ainda ausente na Igreja?

Por fim, o que deve ser desenvolvido, além de um espírito de servo em cada ministro, é a generosidade, da qual ainda carece a Igreja Brasileira. Paga-se qualquer preço por um bom som ou qualquer outro bem móvel ou imóvel, mas se investe pouco no ministério. Alguns grupos nem reconhecem este serviço profético prestado por nós como um ministério na Igreja. Ainda hoje ouço alguém dizer: “Você pode vir aqui? Mas não podemos te dar nada”. Isto quer dizer que querem o que temos mas sem nenhum compromisso em abençoar ofertando a quem ministra. Tanto os exageros de cobranças quanto a ausência de generosidade são responsáveis pelas distorções que presenciamos e isto só acabará quando os princípios da Palavra citados no início deste artigo forem restaurados tanto de um lado quanto de outro. Deus, em sua riqueza e glória há de suprir cada uma de nossas necessidades.


Retirado do Blog do Pr. Asaph Borba – http://blogdoasaph-blogdoasaph.blogspot.com.br/

Saturday, November 26, 2016

Pr Dr Russel Shedd








Morre Russel Shedd, vítima de câncer

Em último vídeo, teólogo declarou que doença era "uma experiência muito boa porque a gente sente-se desmamando do mundo e pronto para subir"

Morre Russel Shedd, vítima de câncer
Morre Russel Shedd, vítima de câncer
Faleceu neste sabado di 26 o doutorRussell Shedd, considerado um dos maiores teólogos do país. Filho de missionários norte-americanos, nasceu na Bolívia, onde os pais trabalhavam entre os índios. Na adolescência mudou-se para os Estados Unidos, onde completou seus estudos e formou-se em teologia pela Wheaton College.


 Tive a oportunidade e a honra e receber o Dr shedd aqui em minha casa em los angeles onde tivemos a oportunidade de conviver alguns dias. E aprendi muito deste servo de Deus. Me lembro que ele acordava bem cedo as 5 am e orava lia a biblia depois lia um livro e saiamos para caminhar por alguns minutos e durante a caminhada faziamos uma viagem pela escrituras sagradas. Nos ensinou a fazer um ovo batido com leite. Foram dias de muito aprendizado. Me lembro que el trouxe duas malas repletas de livros para vender. E no ultimo dia de palstra em nossa igreja em Los Angeles ele disse que nao poderia retornar com aqueles livros para o brazil. E me disse que estava dando para nos estes livros para que os irmaos poderem desfrutar da leitura de cada um dos livros.
Um homem simples que muito nos ensinou. Descanse em paz meu professor e amigo. Os ceos os receberem com grande festa.




Possui ainda um Ph.D. em Novo Testamento pela Universidade de Edimburgo, Escócia. Nos EUA foi aceito como missionário pela Missão Batista Conservadora, sendo enviado para Portugal, onde ficou por um curto período.

Chegou ao Brasil em 1962, onde se envolveu sobretudo com o ensino teológico na Faculdade Teológica Batista de São Paulo. Também colaborou com a Editora Vida Nova, por onde publicou a maioria dos seus livros. Casado com Patrícia, teve 5 filhos.


Ao longo de seu ministério, o dr Shedd viajou por todo o Brasil e para outros países, pregando em conferências, igrejas, seminários e faculdades de Teologia.
Considerado por muitos o maior teólogo do Brasil, publicou mais de duas dezenas de livros, além de ser o editor responsável pelos comentários das Bíblias de Estudo Shedd e da Bíblia Vida Nova. Também participou da comissão de tradutores da Bíblia NVI (Nova Versão Internacional).
Partiu para a glória com 87 anos. Nos últimos meses estava acometido de um câncer, mas preferiu ficar em casa com a família a tentar um tratamento no hospital.
O último vídeo que gravou aparece na companhia do pastor Antonio Mendes, da Primeira Igreja Batista de Atibaia, onde deixou um testemunho de que permanecia na fé e não reclamava da doença.


“Realmente é uma experiência muito boa porque a gente sente-se desmamando do mundo e pronto para subir”, afirmou. Lembrou ainda que “Cristo sofreu em nosso lugar para que nós pudéssemos aproveitar a grandeza do seu amor por nós”.
Citando vários versículos, como era seu estilo, finalizou dizendo que o sofrimento do mundo é muito pouco comparado com a alegria que teremos no céu.





Saturday, November 19, 2016

47th Anual GMA Dove Awards -2016




Tob Mac Recebendo sua premiacao no Dove Awards

casting crowns e tob mac


O oscar da musica evangelica no Estados Unidos Dove Awards e realizado todos os anos reunindo os melhores cantores evangelicos e compositores do mundo gospel. Uma festa que premia melhor musica, melhor compositor e muito mais. Na sua edicao 47 premiou a grandes talentos do mundo gospel. Infelizmente nao temos nenhum cantor brasileiro premiado ou indicado para este evento. Porque para ser indicado. O latim gramy que os cantores gospel do brasil participam e um evento pequeno comparado ao Dove Awards. 




A Dove Award é um prêmio pela Associação de Música Gospel (GMA) dos Estados Unidos a reconhecer a realização proeminente na indústria da música cristã. Os prêmios são apresentados anualmente. Anteriormente, realizada em Nashville, Tennessee, o Dove Awards teve lugar em Atlanta, Georgia, durante 2011 e 2012, mas, desde então, mudou-se de volta para Nashville, Tennessee. As cerimônias com apresentações musicais ao vivo e são transmitidos em TBN.
Lista dos indicados deste ano

Cantores do Ano

For King and Country, Word Entertainment
Hillsong United, Hillsong Music Australia/ Sparrow Records
Lauren Daigle, Centricity Music
Lecrae, Reach Records
TobyMac, ForeFront Records

Novos Cantores do Ano

Hollyn, Gotee Records
Jordan Feliz, Centricity Music
Stars Go Dim, Word Entertainment
Travis Greene, RCA Inspiration
We Are Messengers, Word Entertainment

Tradicional Album do Ano

Everyday Jesus – Anthony Brown & group therAPy, (producers) Dr. Leonard S. Scott, Bryant S. Scott, Anthony Brown, VaShawn Mitchell
We Give You Praise – Chicago Mass Choir, (producers) Percy Gray, Jr., Demetrius Banks, Cornelius Doles, Felica Welch, Dr. Feranda Williamson
WAP New Era – James Hall Worship & Praise, (producers) James Hall, Troy Chambers, Dr. Kevin Bond
Powerful – Japan Mass Choir, (producer) DA Johnson
Level Next– John P. Kee, (producer) John P. Kee

Worship Song of the Year:
‘No Longer Slaves’ – (writers) Jonathan David Hesler, Brian Johnson, Joel Case (publisher) Bethel Music Publishing
‘Good Good Father’ – (writers) Pat Barrett, Anthony Brown (publishers) Vamos Publishing, Capitol CMG Parago, Common Hymnal Publishing, Housefires Sounds, Tony Brown Publishing Designee, songs, sixsteps Music
‘Touch the Sky’ – (writers) Joel Houston, Dylan Thomas, Michael Guy Chislett (publisher) Hillsong Music Publishing
‘We Believe’ – (writers) Travis Ryan, Richie Fike, Matt Hooper (publishers) Integrity Worship Music, Integrity’s Praise! Music, Life Worship, Travis Ryan Music
‘Even So Come’ – (writers) Jess Cates, Jason Ingram, Chris Tomlin (publisher) S. D. G. Publishing, Sixsteps Songs, Worship Together Music, Open Hands Music, So Essential Tunes, Lily Makes Music.

Friday, November 18, 2016

TEMPO DE ARREPENDIMENTO




Precisa haver concerto com o Senhor sem dúvida mas também entre nós LIDERES da igreja.
Temos sido individualistas, erramos e ofendemos ao Pai quando nos comparamos, nos criticamos nos machucamos nos separamos…se esse diagnóstico estiver correto como poderá Deus sarar a nação estando nós nessas condições?
Não sou dono da verdade nem quero ser injusto na minha avaliação mas uma certa dose desses sintomas se aplica. Precisamos nos converter ao Senhor primeiramente, mas também nos convertermos “uns aos outros” e então muitos no Brasil se converterão a Cristo.
Começa com a liderança (comigo, com pastores) não com o povo… “chorem os sacerdotes chorem os ministros chorem os pais” Joel 2.
Perdoa-nos Pai em nome de Jesus
By Pr Adhemar de Campos

Monday, October 31, 2016

Erros que um ministro não pode cometer





É importante entendermos algumas características da forma como as pessoas agem distintamente:

• Tolo: comete erros, mas continua caindo nos mesmos erros. Insanidade é esperarmos resultados diferentes tendo as mesmas práticas.
• Inteligente: comete erros, mas aprende com os próprios erros.
• Sábio: aprende com os erros dos outros.

Se pudermos aprender com os erros dos outros é melhor, porém sabemos que nem sempre isso é possível. Errar é humano. Não podemos insistir no erro por não estarmos abertos para aprender com humildade, a fim de não cometer mais as mesmas falhas. Os erros que serão mencionados aqui servem para o nosso crescimento e amadurecimento no ministério. Vejamos alguns erros que não devemos cometer:

1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração.

- Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15).
Aspecto espiritual
- É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”. Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito. Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar.
Aspecto musical
- É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento;
- Ter uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providenciar cifras;
- Durante os ensaios a concentração deve ser total, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas;
- Esteja atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc;
- Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.

2- Nunca preparar a ministração.

- Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra. Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc.
- Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes. Façamos o melhor para o Senhor!

3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação.

- O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança.
- Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade. Em outras palavras, estamos dizendo: “isso não é importante pra mim!”.

4- Não aceitar as críticas.

- Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não nos deixar cair no conformismo e parar de crescer. Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na Igreja.

5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor.

- Não seja “juiz” das pessoas, mas mostre a graça de Deus e o amor;
- Não seja grosseiro e indelicado, mas seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora. Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreender e receber a ministração;
- Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim;
- Não seja muito prolixo e cansativo na introdução, mas faça o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.

6- Utilizar o púlpito para desabafar.

- Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia! Tratemos a Igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).

7- Gritaria.

- Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis. Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40). Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade;
- Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados.

8- Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração.

- Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de todos, aquele que errou. Devemos ser discretos e não fazermos aos outros o que não gostaríamos que fizessem para nós (Mt 7:12). Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos outros. Tenhamos uma atitude de amor e respeito para com os outros;
- Por outro lado, quando errarmos, temos de encarar com naturalidade porque apesar de estar na frente da congregação, estamos diante do Senhor, ministrando a Ele, e Ele sabe como e quem somos.

9- Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado.

- Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado! Muitos por falta de educação e sensibilidade, acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados para o culto.

10- Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração.

- Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando, flua;
- Cuidado com manipulações! Não trate o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas ou gestos feitos o tempo todo. Além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público;
- Evite deixar “brancos” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.

11- Contar histórias ou piadas fora de hora.

- Algumas histórias ou piadas nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querem ser descontraídos e acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizendo coisas com duplo sentido. Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas.

12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção.

- É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais como o amor, alegria e paz. Com um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais;
- É necessário olhar em todas as direções para alcançar a atenção de todos. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração. Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação.

13- Exagerar nos improvisos.

- Todo músico deve buscar a disciplina e a maturidade musical. É preciso entender que pausa também é música. Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais;
- Em relação ao instrumental, procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, a ouvir os outros instrumentos, afinal é um conjunto musical;
- Quanto ao vocal, procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores;
- Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu CD solo;
- Procure gravar as ministrações e faça uma avaliação e as correções necessárias.
- Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado.

14- Não ter expressão durante a ministração dos cânticos.

- Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos;
- A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público por meio da sua expressão e entonação de voz.

15- Comunicação inadequada ao tipo de público.

- Seja sensível ao tipo de público que está ministrando e utilize uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, de crianças, de evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa;
- Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não é preciso ser formal: seja natural, sempre observando o público que você está ministrando.

16- Vestimenta inadequada.

- Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando. Cuidado com vestimenta inadequada, como roupa justa, cores chamativas, etc;
- Esteja atento a sua aparência: cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos.

17- Cantar cânticos com o qual não está familiarizado.

- Se você não conhece o cântico, não cante! Se não sabe tocar o cântico, não toque! Para ganhar confiança daqueles que estão ouvindo, é preciso demonstrar convicção e certeza do que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo.

18- Cantar fora da tessitura vocal.

- A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto não deve sofrer interferência de outros elementos. Muitas músicas ministradas na igreja não fluem como poderiam por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar;
- O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos às cordas vocais.

19- Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião.

- Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um CD por exemplo;
- Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino.

20- Cantar muitas músicas num período curto de ministração.

- Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor). Dependendo do tempo dado à ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente;
- Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar os ouvintes, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário.

21- Ensinar muitas canções num período de ministração.

- Para que haja participação da igreja, procure ensinar durante a ministração um ou no máximo dois cânticos. Repita-os para que todos guardem bem a letra e melodia.
- Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão.

22- Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações.

- A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente;
- Cometemos um grande erro quando não reciclamos o nosso repertório. Reciclar significa “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, adquirindo CD´s, etc.

23- Cantar canções sem a direção do Espírito Santo.

- É o Senhor quem sabe qual é o cântico certo para a hora certa. Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos com o qual nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos por cantarem apenas o que gostam, atrapalham assim o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis à voz do Espírito Santo.

24- Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados.

- Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas. Cantemos cânticos teologicamente corretos. Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem assim o faz não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou.

25- Imitar outros ministros.

- Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Ele quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que nos deu. Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc.

26- Deixar o auditório em pé por muito tempo.

- Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente. Os jovens conseguem permanecer em pé por mais tempo, mas os mais velhos acabam se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado.

27- Deixar de participar de outros momentos do culto.

- Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após a ministração saem para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc;
- Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus!

28- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som.

- É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área;
- Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes;
- Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado;
- Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total;
- Seja amável e educado quando as pessoas vierem falar com você ou orientar algo relacionado ao som.
- Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo;
- Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração;
- Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus.

29- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança.

- Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar.
- Tenha expressão, tanto a facial como a corporal são importantes e devem ser condizentes com a música que está sendo ministrada;
- Quanto à roupa é preciso ter prudência e discrição para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tome cuidado para não tornar a dança algo sensual;
- A técnica e estilo devem ser coerentes ao tipo de música e conhecidos por todos (balé, street dance, etc). O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.

30- Atuar no ministério por obrigação e sem alegria.

- Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos servi-lo por obrigação? Com certeza isso não agrada a Deus. Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério;
- Nosso serviço deve ser feito com alegria – “Servi ao Senhor com alegria…” (Sl 100:2).
- Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério!

“Filhos meus, não sejais negligentes, pois o Senhor vos escolheu para estardes diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e queimardes incenso” – II Cr 29:11

Deus abençoe!


Ronaldo Bezerra

Tu me Amas? Apascenta as minhas ovelhas!....

Ontem o dia estava nublado aqui na Califórnia, o que não é normal. E ja no final da tarde estava meditando sobre uma passagem bíblica...